domingo, 13 de junho de 2010

Um dia de Sacramentos

A paz de Cristo e o amor de Maria!!
Irmãos e Irmãs, hoje estou postando uma foto que mostra algumas pessoas que formam a Pastoral Familiar em nossa Paróquia.
Hoje foi um dia especial pra toda Familia Nossa Senhora das Dores, tivemos nosso primeiro casamento comunitário - fruto do trabalho da Pastoral Familiar e das Santas Missões - O Espírito Santo iluminou com muito amor para que hoje, dia do Glorioso Santo Antônio, fosse celebrado os Sacramentos do Batismo e Matrimônio
Deus coloco a perseverança nos vossos corações!!


BATISMO
MATRIMÔNIO


sexta-feira, 11 de junho de 2010

Glorioso Santo Antônio - 13 de Junho

A paz de Cristo  e o amor de Maria!!
Olá Irmãos e Irmãs em Cristo.
Nossa! Falar da vida e testemunho de Santo Antônio é tarefa prazerosa e muito difícil, tem tanto a falar desse Glorioso e Sábio santo.
Tenho certeza que alegrará vossos corações conhecê-lo melhor!
Deus te faça feliz!!




Biografia de Santo Antônio de Pádua

1195: Nasce em Lisboa, filho de Maria e Martinho de Bulhões. É batizado com o nome de Fernando. Reside na frente da Catedral.
1202:Com sete anos de idade, começa a frequentar a escola, um privilégio raro na época.
1209: Ingressa no Mosteiro de S. Vicente, dos Cônegos Regulares de S. Agostinho, perto de Lisboa. Torna-se agostiniano.
1211: Transfere-se para Coimbra, importante centro cultural, onde se dedica de corpo e alma ao estudo e à oração, pelo espaço de dez anos.
1219: É ordenado sacerdote. Pouco depois conhece os primeiros franciscano, vindos de Assis, que ele recebe na portaria do mosteiro. Fica impressionado com o modo simples e alegre de viver daqueles frades.
1220: Chegam a Coimbra os corpos de cinco mártires franciscanos. Fernando decide fazer-se franciscano como eles. É recebido na Ordem com o nome de Frei Antônio, enviado para as missões entre os sarracenos de Marrocos, conforme deseja.
1221: Chegando a Marrocos, adoece gravemente, sendo obrigado a voltar para sua terra natal. Mas uma tempestade desvia a embarcação arrastando-a para o sul da Itália. Desembarca em Sicília. Em maio do mesmo ano participa, em Assis, do capítulo das Esteiras, uma famosa reunião de cinco mil frades. Aí conhece o fundador da Ordem, São Francisco de Assis. Terminado o Capítulo, retira-se para o eremitério de Monte Paolo, junto dos Apeninos, onde passa 15 meses na solidão contemplativa e no trabalho braçal. Ninguém suspeita da sabedoria que aquele jovem frade português esconde.
1222: Chamado de improviso a falar numa celebração de ordenação, Frei Antônio revela uma sabedoria e eloqüência extraordinárias, que deixam a todos estupefatos. Começa sua epopéia de pregador itinerante.
1224: Em brevíssima Carta a Frei Antônio, São Francisco o encarrega da formação teológica dos irmãos. Chama-o cortesmente de " Frei Antônio, meu bispo".
1225: Depois de percorrer a região norte da Itália, passa a pregar no sul da França, com notáveis frutos. Mas tem duras disputas com os hereges da região.
1226: É eleito " custódio" na França e, um ano depois, " provincial" dos frades no norte da Itália.
1228: Participa, em Assis, do Capítulo Geral da Ordem, que o envia a Roma para tratar com o Papa de algumas questões pendentes. Prega diante do Papa e dos Cardeais. Admirado de seu conhecimento das Escrituras, Gregório IX o apelida de "Arca do Testamento".
1229: Frei Antônio começa a redigir os "Sermões", que hoje possuímos impressos em dois grandes volumes.
1231: Prega em Pádua a famosa quaresma, considerada como o momento de refundação cristã da cidade. Multidões acorrem de todos os lados. Há conversões e prodígios. Êxito total! Mas Frei Antônio está exausto e sente que seus dias estão no fim. Na tarde de 13 de junho, mês em que os lírios florescem, Frei Antônio de Lisboa morre às portas da cidade de Pádua. Suas últimas palavras são: " Estou vendo o meu Senhor ". As crianças são as primeiras a saírem pelas ruas anunciando: "Morreu o Santo".
1232: Não tinha bem passado um ano desde sua morte, quando Gregório IX o inscreveu no catálogo dos santos.
1946: Pio XIII declara Santo Antônio Doutor da Igreja, com o título de "Doutor Evangélico".






Alguns milagres de Santo Antônio

Santo Antonio prega aos peixes. Reza a lenda que estando a pregar aos hereges em Rimini, estes não o quiseram escutar e viraram-lhe as costas. Sem desanimar, Santo Antônio vai até à beira da água, onde o rio conflui com o mar, e chama os peixes a escutá-lo, já que os homens não o querem ouvir. Dá-se então o milagre: multidões de peixes aproximam-se com a cabeça fora de água em atitude de escuta. Os hereges ficaram tão impressionados que logo se converteram. Este milagre encontra-se citado por diversos autores, tendo sido mesmo objeto de um sermão do Padre Antônio Vieira que é considerado uma das obras-primas da literatura portuguesa.
 Santo Antônio livra o pai da forca. Tinha havido um crime de morte em Portugal, onde nascera Santo Antônio. Todas as suspeitas do crime recaíam sobre o pai do santo.  Chegou o dia do julgamento. Os juízes estavam reunidos para proferir a sentença condenatória. Assentado ali no banco dos réus, seu pai não podia se defender.  Nesse momento Santo Antônio estava fazendo um sermão numa igreja da Itália. Conta-se que, em dado instante, ele interrompeu o sermão e ficou imóvel, como se estivesse dormindo em pé. Durante esse mesmo tempo foi visto na sala do júri, em Portugal, conversando com os juizes. Entre outras coisas, disse-Ihes o santo: Por que tanta precipitação? Posso provar a inocência do meu pai. Venham comigo até o cemitério.  Aceitaram o convite. Frei Antônio mandou abrir a cova do homem assassinado e perguntou ao defunto: "Meu irmão, diga perante todos, se foi meu pai quem matou você".  Para espanto dos juízes e de todos que ali estavam, o defunto abriu a boca e disse devagar, como se estivesse medindo as palavras:  "Não foi Martinho de Bulhões quem me matou". E tornou a calar-se. Estava provada de maneira milagrosa a inocência do seu pai. Mais uma vez a verdade triunfou sobre a mentira e a calúnia.  Operou-se aí dois fatos milagrosos, a bilocação, ou ato de uma pessoa estar (por milagre) em dois locais ao mesmo tempo, e o poder de reanimar os mortos.   Com o Menino Jesus nos braços: Outro milagre, também reportado na crônica do Santo, ocorre já no fim da sua vida e foi contado pelo conde Tiso aos confrades de Santo Antônio após sua morte. Estando o Santo em casa do conde Tiso, em Camposampiero, recolhido num quarto em oração, o conde, curioso, espreita pelas frinchas de uma porta a atitude de Frei Antônio; depara-se então uma cena miraculosa: a Virgem Maria entrega o Menino Jesus nos braços de Santo Antônio. O menino tendo os bracinhos enlaçados ao redor do pescoço do frade conversava com ele amigavelmente, arrebatando-o em doce contemplação. Sentindo-se observado, faz conde Tiso jurar que só contaria o visto após a sua morte.  

domingo, 6 de junho de 2010

Devoção ao Sagrado Coração de Jesus



Ao longo da história, o coração assumiu diversos significados para o homem, passando de centro de toda motivação humana a um simples órgão biomecânico. Na antiguidade, os egípcios concebiam o coração como o centro regulador das dimensões orgânica e espiritual. O “povo de Israel” tinha uma visão parecida com a dos egípcios, mas com diversas combinações metafóricas. O coração é o centro da vida material e espiritual e responsável pelos sentimentos morais e motivações humanas, além de cumprir uma função vital. Na Bíblia, há várias passagens que nos apontam o coração como centro da sabedoria, das disposições psicológicas, da vontade e das paixões da alma. É importante ressaltar que, para os hebreus e os judeus da época, o coração assumia mais um significado de centro espiritual do que vital: é por meio do coração que o homem pode entrar em contato com Deus e Deus fala no coração do homem.
Para Jesus, seu coração era o centro de sua pessoa. Ele, Deus encarnado no meio de nós, se comunicava ardente de amor com seu divino Pai e derramava sua amorosa compaixão sobre aqueles que dele se aproximavam necessitados de cura, consolo ou vida em abundância. A devoção ao Coração Divino de Jesus Cristo começou a ser praticada, em sua essência, já no início da Igreja, pois os santos tiveram muito presente, ao honrar a Jesus, que tinha manifestado seu coração, símbolo de seu amor em momentos augustos. Contudo, esta devoção, em sua forma atual, deve-se às revelações que Cristo fez a Santa Margarida Maria de Alacoque.
Em 1856, o papa Pio 9º anunciou a festa do Sagrado Coração de Jesus à Igreja. Em 1899, Leão 13 consagrou o mundo ao Sagrado Coração. A importância que a Igreja lhe concede atualmente, está sublinhada pela categoria da festa, solenidade de primeira classe, das quais há somente 14 ao ano no calendário. Neste ano, será celebrada em 11 de junho, coincidindo com o Dia Mundial de Oração pela Santificação dos Sacerdotes e o encerramento do ano sacerdotal.
O cardeal brasileiro Cláudio Hummes, prefeito da Congregação para o Clero, convidou aos 400 mil sacerdotes católicos no mundo a não faltarem ao encontro de 11 de junho em Roma “para oferecer ao papa Bento 16 nossa solidariedade e apoio perante os ataques que está sofrendo”.
Um dia após a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, celebramos a memória do Imaculado Coração de Maria. Não temos como falar do Filho sem falar da Mãe. Não podemos celebrar o coração do Filho e não celebrar o coração da Mãe. Essas celebrações mostram um sinal litúrgico da proximidade dos dois corações: o mistério do coração do Salvador se projeta e se reflete no coração da Mãe, que é também companheira e discípula. Se a solenidade do Sagrado Coração de Jesus celebra os mistérios pelos quais fomos salvos, fazer memória do Coração Imaculado é celebrar a participação da Mãe na obra do Filho. A devoção ao Coração de Maria difundiu-se bastante após as aparições em Fátima, onde ela nos pedia a oração e o jejum para que a guerra se findasse.
Entre as muitas e ricas promessas que Jesus fez aos que fossem devotos de seu Sagrado Coração, sempre chamou a atenção a que fez aos que se confessassem e comungassem em sua honra as nove primeiras sextas do mês seguido. É tal, que todos a conhecem com o nome da Grande Promessa.
Que durante o mês de junho, quando lembramos o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria, façamos a experiência do amor, da paciência e de perdoar e ser perdoado. Jesus e Maria nos amaram por primeiro, e agora é a nossa vez.


Mês do sagrado coração, por Dom Irineu Roque Scherer*
*BISPO DIOCESANO DE JOINVILLE

Lembrando a todos que o ano sacerdotal em nossa Diocese Maceió-AL não será encerrado no dia 11 de junho e sim no dia 04 de agosto - Dia do Padre

sábado, 5 de junho de 2010

Qual a origem da festa de Corpus Christi?


No dia de Corpus Christi, temos um justo feriado nacional e é um dia de parada para cultuarmos o sagrado Corpo e Sangue de Jesus Cristo. A expressão Corpus Christi vem do latim e significa Corpo de Cristo. É uma festa de preceito, isto é, para os católicos, é de comparecimento obrigatório participar da missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do Brasil.

A origem da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século 13. A Igreja Católica sentiu necessidade de realçar a presença real do “Cristo todo” no pão consagrado. A festa de Corpus Christi foi instituída pelo papa Urbano 4º com a bula “Transiturus”, de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.

Conta a história que o sacerdote Pedro de Praga vivia angustiado por dúvidas sobre a presença de Cristo na Eucaristia. Decidiu, então, ir em peregrinação ao túmulo dos apóstolos Pedro e Paulo em Roma, para pedir o dom da fé. Ao passar por Bolsena (Itália), enquanto celebrava a santa missa, foi novamente acometido da dúvida. Na hora da consagração, veio-lhe a resposta em forma de milagre: a hóstia branca transformou-se em carne viva, respingando sangue, manchando o corporal, os sanguíneos e as toalhas do altar sem no entanto manchar as mãos do sacerdote, pois a parte da hóstia que estava entre seus dedos, conservou as características de pão ázimo.

O decreto de Urbano 4º teve pouca repercussão, porque ele morreu em seguida. Mas se propagou por algumas igrejas, como na diocese de Colônia, na Alemanha, onde Corpus Christi é celebrada desde antes de 1270. A procissão difundiu-se primeiro na Alemanha, depois na França e na Itália. Em Roma é encontrada desde 1350.

O Concílio de Trento (1545-1563), por causa dos protestantes, da Reforma de Lutero, dos que negavam a presença real de Cristo na Eucaristia, fortaleceu o decreto da instituição da festa de Corpus Christi, levando o clero a realizar a procissão eucarística pelas ruas da cidade, como ação de graças pelo dom supremo da Eucaristia e como manifestação pública da fé na presença real de Cristo na Eucaristia.

A Eucaristia é um dos sete sacramentos e foi instituída na Última Ceia, quando Jesus disse: “Isto é o meu corpo que será entregue por vós… isto é o meu sangue da nova e eterna aliança… fazei isto em memória de mim”.

A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código de Direito Canônico que determina ao bispo diocesano que a providencie, onde for possível. É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o bispo.

Jesus Cristo, antes de sua entrega total na cruz, para a salvação do gênero humano, quis doar-se inteiramente na ceia eucarística, para, assim, permanecer no pão que dá a vida a todos os que dele se aproximarem. Sim, Ele é o Corpo de Cristo, vida para o mundo, atualização da salvação. Pão que nutre o mundo e arrebata a todos da mão da morte. “Os verdadeiros adoradores adorarão a Deus em espírito e verdade” (cf. Jo 4, 23).

Ao participarmos da ceia eucarística, o Cristo se une a nós. E é Ele mesmo que declara: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6, 56). Realmente, ninguém poderá estar em Cristo se Cristo não estiver nele; isto é, Cristo somente assume em si a carne daquele que recebe a sua.

Não tenhas receio ou respeito humano de se aproximar de Cristo e de manifestar sua fé publicamente. Aquele que se envergonhar de Deus, Deus se envergonhará do mesmo na hora do julgamento.

Amem.



http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Corpus Christi

A Ele todo louvor e toda Glória!!
Jesus Sacramentado. Nosso Deus Amado!!


Hoje a Igreja Católica do Mundo inteiro acordou em festa. Adoremos Jesus inúmeras vezes no nosso dia a dia.
Não deixemos Jesus se entristecer com nossa infidelidade e pressa. Festejamos Corpus Christi com lindos tapetes de flores, serragens e muito colorido nas ruas.
E nosso coração como está preparado pra receber o Salvador - que se faz prisioneiro do AMOR- na santa Eucaristia?
Nossa Paróquia celebrou Solenemente esse dia tão fino e santo. Tivemos o maior convidado a nos olhar: Jesus Cristo!! E uma divina voz abrilhantou nossa festa. As crianças da catequese (Primeira Comunhão) compareceram fielmente e silenciosamente.
Obrigada Senhor por tantas graças derramada em nossas vidas! Nos torne mais adoradores!



"Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem"

No auge do sofrimento, Cristo não perde a dimensão da fragilidade do ser humano e implora o perdão pra nossas culpas. Seu sangue derramado na cruz nos torna limpos para voltar à casa paterna. Mas somos também capazes de perdoar a nós mesmos e aos outros? Quando oramos: "Perdoai-nos, assim como perdoamos", sabemos o que pedimos? Aceitamo-nos incondicionalmente como somos e nos respeitamos? Quem não perdoa a si mesmo não perdoa a ninguém mais. Quem não se aceita não aceita aos outros. Pois para isso é necessário que se reconheça as próprias dificuldades e limitações, esforçando-se para se corrigir. E, dessa mesma forma, agir sempre com os outros.
"Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso".
Sentindo dores, o homem crucificado ao lado de Jesus não o insultou como os demais. Ao contrário, pediu e recebeu o seu perdão incondicional e imediato. Cristo não lhe prometeu o paraíso para depois. Tampouco lhe falou de novas vidas ou de reencarnações. "Hoje mesmo" - afirmou Jesus! E quantos de nós desacreditamos nessa misericórdia divina, acreditando que somente nosso esforço, nesta e em outras vidas, nos tornará dignos de voltar ao Pai.
"Mulher, eis aí o teu filho. Filho eis aí a tua Mãe!"
Apesar de todas as nossas infidelidades, ele não nos deixou órfãos: deu a sua própria mãe como nossa mãe. Mas seremos dignos de ser filhos daquela que disse o sim, totalmente incondicional, quando convidada a ser parte essencial do plano de Deus para nos salvar? Seremos nós também capazes de dar esse sim incondicional e, em cad atividade, testemunhar o Evangelho sem timidez? Não fomos feitos filhos adotivos de Maria e, por conseqüência, irmãos de Jesus Cristo, apenas para nos vangloriarmos de ser cristãos, sacerdotes ou ministros extraordinários da Igreja. Somente tomando consciência disso, ouviremos de Jesus: "Filho, eis aí tua mãe!
"Tenho Sede!"
Jesus teve sede mas, ao invés de água, deram-lhe vinagre. Também para nós Jesus vive a dizer: "Tenho sede! Tenho sede de homens e mulheres, adultos e jovens, que caminhem comigo. Que não tenham medo de correr riscos, que não se apeguem a títulos, cargos e aos bens transitórios deste mundo. Que estejam dispostos a levar a boa nova a todas as criaturas. Tenho sede de justiça e de trabalho para todos, pois afinal meu Pai não criou o mundo só para alguns, mas indistintamente para todos. Tenho sede de pessoas que não aceitem o erro, porque é muito difícil combatê-lo. Tenho sede de ver a humanidade inteira totalmente feliz! Saciem pois essa minha sede, e a minha redenção pela cruz estará plenamente realizada!"
"Eli, Eli, lema sabachtani? - Meus Deus, meus Deus, por que me abandonastes?"
Teria Deus abandonando seu Filho na cruz? Certamente que não. Contudo, a natureza humana de Jesus sofria tanto que ele sentiu falta do carinho de seu e nosso Pai. Quantas vezes nós também gritamos a mesma coisa, porém sem qualquer convicção de que Deus nos escuta. Quantas vezes passamos meses e anos esquecidos de Deus, nunca nos lembrando de conversar com ele, agradecendo tudo o que dele recebemos. Mas, quando nos sobrevém qualquer sofrimento e a dor nos atinge, gritamos revoltados: "Por que nos abandonastes?" Mas não é ele quem nos abandona: nós é que o abandonamos. E, de repente, queremos atribuir a ele todos os sofrimentos que nós mesmos criamos, para nós e para os outros. Fazemos de nossa relação com Deus uma transação comercial: "Eu lhe dou esmolas e orações apressadas, em compensação quero receber tudo aquilo que penso ter direito. E, se não recebo o que quero, protesto: "Por que me abandonaste?"
"Tudo está consumado!"
Jesus Cristo olha, do alto da cruz, o novo mundo que começa: a humanidade recebe, em letras de lágrimas, suor e sangue, e sua quitação por todas as dívidas assumidas. Mas estará tudo consumado para cada um de nós em particular? Será que nada mais tenho a fazer? Posso me esquecer de Cristo não permanece morto, que ele ressuscitou e está presente em cada ser humano? Posso entrar num aposentadoria espiritual, nada mais fazendo porque Cristo já fez tudo por nós? Jesus consumou sua obra redentora na cruz. Mas foi exatamente ali que começou a nossa obra pessoal, como redimidos e discípulos de Cristo. Tudo estará consumado quando conseguirmos expulsar deste mundo o egoísmo, a ambição, o desamor, a miséria e a falta de oportunidade para todos.
"Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!"

Chega ao final a agonia da cruz, Cristo entrega-se totalmente nas mãos do Pai. Um dia, ao entregarmos também nossos espírito nas mãos do Pai, com certeza ele não nos perguntará pelas grandes obras que fizemos, mas pelas pequeninas coisas que deixamos de fazer. Voltar ao Calvário é redirecionar nossa vida. É tomar a decisão corajosa de entregar ao Pai não somente nosso espírito, mas nossas mãos, nosso coração, nossa mente e toda a nossa vida. Com certeza, ele já está de braços abertos a nossa espera. Como o pai do filho pródigo. Basta que nos lancemos neles, com total amor e confiança.

Vigilia de Corpus Christi

A paz de Cristo e o amor de Maria!


Olá queridos e queridas!!
Nessa quarta-feira (02/06/10) fiéis de toda a Arquidiocese de Maceió estiveram reunidos com Sr. Arcebispo, o Clero e seminaristas para juntos rezarem a Deus por Sacerdotes mais santos e comprometidos com o Ministério de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em nossas orações estiveram também os Sacerdotes que sofrem perseguições por levarem a Palavra Viva do Evangelho. Pedimos ao Santo dos Santos piedade e misericórdia a todos os Sacerdotes que deixaram a fraqueza falar ao coração.
Santo Agostinho nos ensina que  TUDO devemos fazer com amor, pois só o AMOR nos leva a Jesus Sacramentado.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

SANTISSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO


02 de junho - Vespéras de Corpus Christi









Vigília Eucaristica Sacerdotal

das 20h as 23h

Catedral de Nossa Senhora dos Prazeres

Centro - Maceió - AL


Juntos em oração pelos nossos sacerdotes.

Vamos participar

ônibus saindo a Igreja Matriz NOSSA SENHORA DAS DORES - Santa Lúcia
as 18h30min.


Em Cristo,

Pe. Elison


terça-feira, 1 de junho de 2010

A padroeira do Brasil

Nossa Senhora da Imaculada Conceição Aparecida é um título católico dedicado a Maria, mãe de Jesus de Nazaré. O seu santuário localiza-se em Aparecida, no estado de São Paulo, e a sua festa é comemorada anualmente em 12 de outubro. Nossa Senhora Aparecida é a padroeira dos Católicos do Brasil.

História

Há duas fontes sobre o achado da imagem, que se encontram no Arquivo da Cúria Metropolitana de Aparecida (anterior a 1743) e no Arquivo Romano da Companhia de Jesus, em Roma. A história foi primeiramente registrada pelo Padre José Alves Vilela em 1743 e pelo Padre João de Morais e Aguiar em 1757, registro que se encontra no Primeiro Livro de Tombo da Paróquia de Santo Antônio de Guaratinguetá.

A Pescaria Milagrosa

A sua história tem o seu início em meados de 1717, quando chegou a Guaratinguetá a notícia de que o conde de Assumar, D. Pedro de Almeida e Portugal, governador da entãoCapitania de São Paulo e Minas de Ouro, iria passar pela povoação a caminho de Vila Rica (atual cidade de Ouro Preto), em Minas Gerais.
Desejosos de obsequiá-lo com o melhor pescado que obtivessem, os pescadores Domingos Garcia, Filipe Pedroso e João Alves lançaram as suas redes no rio Paraíba do Sul. Depois de muitas tentativas infrutíferas, descendo o curso do rio chegaram a Porto Itaguaçu, a 12 de outubro. Já sem esperança, João Alves lançou a sua rede nas águas e apanhou o corpo de uma imagem de Nossa Senhora da Conceição sem a cabeça. Em nova tentativa apanhou a cabeça da imagem. Envolveram o achado em um lenço. Daí em diante, os peixes chegaram em abundância para os três humildes pescadores.

Início da Devoção

Durante quinze anos a imagem permaneceu na residência de Filipe Pedroso, onde as pessoas da vizinhança se reuniam para orar. A devoção foi crescendo entre o povo da região e muitas graças foram alcançadas por aqueles que oravam diante da imagem. A fama dos poderes extraordinários de Nossa Senhora foi se espalhando pelas regiões do Brasil. Diversas vezes as pessoas que à noite faziam diante dela as suas orações, viam luzes de repente apagadas e depois de um pouco reacendidas sem nenhuma intervenção humana. Logo, já não eram somente os pescadores os que vinham rezar diante da imagem, mas também muitas outras pessoas das vizinhanças. A família construiu um oratório no Porto de Itaguaçu, que logo se mostrou pequeno.

A primeira Capela

Por volta de 1734, o vigário de Guaratinguetá construiu uma capela no alto do morro dos Coqueiros, aberta à visitação pública em 26 de julho de 1745.

Visita de Dom Pedro I

Em 20 de abril de 1822, em viagem pelo Vale do Paraíba, Dom Pedro I e sua comitiva visitaram a capela e a imagem.

Primeira Igreja (Basílica Velha)

Em 1834 foi iniciada a construção de uma igreja maior (a atual Basílica Velha) para acomodar e receber os fiéis que aumentavam significadamente, sendo solenemente inaugurada e benzida em 8 de dezembro de 1888.

Coroa de Ouro e o Manto Azul

Em 6 de novembro de 1888, a princesa Isabel visitou pela segunda vez a basílica e ofertou à santa, em pagamento de uma promessa (feita em sua primeira visita, em 08 de dezembro de 1868), uma coroa de ouro cravejada de diamantes e rubis, juntamente com um manto azul, ricamente adornado.

Chegada dos Missionários Redentoristas

Em 28 de outubro de 1894, chegou a Aparecida um grupo de padres e irmãos da Congregação dos Missionários Redentoristas, para trabalhar no atendimento aos romeiros que acorriam aos pés da imagem para rezar com a Senhora "Aparecida" das águas.

Coroação da Imagem

8 de setembro de 1904, a imagem foi coroada com a riquíssima coroa doada pela Princesa Isabel e portando o manto anil, bordado em ouro e pedrarias, símbolos de sua realeza e patrono. A celebração solene foi dirigida por D. José Camargo Barros, com a presença do Núncio Apostólico, muitos bispos, o Presidente da República e numeroso povo. Depois da coroação o Santo Padre concedeu ao santuário de Aparecida mais outros favores: Ofício e missa própria de Nossa Senhora Aparecida, e indulgências para os romeiros que vêm em peregrinação ao Santuário.

Instalação da Basílica

No dia 29 de Abril de 1908, a igreja recebeu o título de Basílica Menor, sagrada a 5 de setembro de 1909 e recebendo os ossos de são Vicente Mártir, trazidos de Roma com permissão do Papa.

Município de Aparecida - SP

Em 17 de dezembro de 1928, a vila que se formara ao redor da igreja no alto do Morro dos Coqueiros tornou-se Município, vindo a se chamar Aparecida, em homenagem a Nossa Senhora, que fora responsável pela criação da cidade.

A Rainha e Padroeira do Brasil

Nossa Senhora da Conceição Aparecida, foi proclamada Rainha do Brasil e sua Padroeira Oficial em 16 de julho de 1930, por decreto do papa Pio XI, sendo coroada. Pela Lei nº 6.802 de 30 de junho de 1.980, foi decretado oficialmente feriado no dia 12 de outubro, dedicando este dia a devoção. Também nesta Lei, a República Federativa do Brasil reconhece oficialmente Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil.

Rosa de Ouro

Em 1967, ao completar-se 250 anos da devoção, o papa Paulo VI ofereceu ao Santuário a “Rosa de Ouro”, reconhecendo a importância da santa devoção.

O maior Santuário Mariano do mundo

Em 4 de julho de 1980 o papa João Paulo II, em sua histórica visita ao Brasil, consagrou a Basílica Nova de Nossa Senhora Aparecida, o maior santuário mariano do mundo, em solene missa celebrada, revigorando a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus e sagrando solenemente aquele grandioso monumento construído com o carinho e devoção do povo brasileiro.

Centenário da Coroação

No mês de maio de 2004 o papa João Paulo II concedeu indulgências aos devotos de Nossa Senhora Aparecida, por ocasião das comemorações do centenário da coroação da imagem e proclamação de Nossa Senhora como Padroeira do Brasil. Após um concurso nacional, devotos e autoridades eclesiais elegeram a Coroa do Centenário, que marcaria as festividades do jubileu de coroação realizado naquele ano.

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