domingo, 27 de fevereiro de 2011

Mensagem do Papa Bento XVI para a QUARESMA 2011

A paz de Cristo e o amor de Maria!
Olá irmãos e irmãs em Cristo!

«Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes» (cf. Cl 2, 12)

Texto retirado do site do ZENIT (25/02/2011 às 10h19)
Apresentamos a mensagem do Papa Bento XVI para a Quaresma de 2011, com o tema «Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes» (cf. Cl 2, 12). O texto foi apresentado hoje pela Santa Sé.


Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).
1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Baptismo, quando, «tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo» iniciou para nós «a aventura jubilosa e exaltante do discípulo» (Homilia na Festa do Baptismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010). São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O facto que na maioria dos casos o Baptismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo» (Fl 2, 5), é comunicada gratuitamente ao homem.
O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa «conhecê-Lo, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos» (Fl 3, 10-11). O Baptismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do baptizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.
Um vínculo particular liga o Baptismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos baptismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De facto, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Baptismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8, 11). Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Baptismo como um acto decisivo para toda a sua existência.
2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é baptizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.
O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição do homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é activo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.
O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5). É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor.
O pedido de Jesus à Samaritana: «Dá-Me de beber» (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da «água a jorrar para a vida eterna» (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos «verdadeiros adoradores» capazes de rezar ao Pai «em espírito e verdade» (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, «enquanto não repousar em Deus», segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.
O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: «Tu crês no Filho do Homem?». «Creio, Senhor» (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como «filho da luz».
Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: «Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?» (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: «Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança.
O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas baptismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à acção da Graça para sermos seus discípulos.
3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Baptismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a «terra», que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a «palavra da Cruz» manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus caritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).
No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida. Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projectos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.
Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciámos no dia do Baptismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de facto, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.
Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela acção do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.
Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Baptismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas acções. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.

Vaticano, 4 de Novembro de 2010

BENEDICTUS PP XVI
[© Libreria Editrice Vaticana]

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

ENCONTRO DE FORMAÇÃO LITÚRGICA

A paz de Cristo e o amor de Maria!
Olá irmãos e irmãs em Cristo.

Preparando a QUARESMA e PÁSCOA
JEJUM, ESMOLA E ORAÇÃO

A QUARESMA é um período de quarenta dias. Inicia-se na Quarta-feira de Cinzas, prolongando-se até a Quinta-feira Santa, antes da Missa da Ceia do Senhor. Trata-se de um tempo privilegiado de CONVERSÃO, combate espiritual, JEJUM e escuta da Palavra de Deus.
É o tempo no qual os cristãos, pela purificação e a oração, buscam renovar sua conversão para celebrarem na alegria espiritual a Santa Vigília de Páscoa, na madrugada do Domingo da Ressurreição, renovando suas promessas batismais.

AS  PRÁTICAS  da  QUARESMA
A ORAÇÃO - Neste Tempo os cristãos se dedicam mais à oração.
A PENITÊNCIA - Todos os dias quaresmais (exceto os domingos) são dias de penitência. Cada um deve escolher uma pequena prática penitencial para este tempo.
A ESMOLA - Trata-se da caridade fraterna. Deve ser um tempo de abrir os corações para os irmãos necessitados. Esmola, Capacidade de ajudar; visitar os doentes; aprender a escutar os outros; reconciliar-se com alguém de quem estamos afastados e lembrar dos idosos (Pois a Igreja no Brasil vive o ANO da pessoa idosa.
A LEITURA DA PALAVRA DE DEUS - Tempo de escuta mais atenta da Palavra: o homem não vive somente de Pão, mas de toda Palavra saída da boca de Deus. Recomendado ler, neste tempo forte, Livro do ÊXODO, o Profeta Jeremias, Profeta Oséias ou Epístola  aos Romanos.
A CONVERSÃO - " Eis o tempo da Conversão!" diz-nos São Paulo. Que cada um veja seu VÍCIO - um ponto fraco que o afaste de Cristo - procure lutar e combatê-lo nesta QUARESMA.
A LITURGIA  da  QUARESMA
A cor litúrgica é o ROXO - sinal de sobriedade, penitência e conversão;
Não se canta o Glória nas Santas Missas (exceto nas solenidades - quando houver);
Não se canta o Aleluia, somente será cantado outra vez na Páscoa da Ressurreição;
Os cantos da Celebração devem ter uma melodia simples;
Não é permitido usar flores nos altares (podem ser usadas em casamentos e outras festas da Igreja, porém de forma muito sóbria);
Cobrir imagens de roxo ou branco - apartir da quinta semana da Quaresma - Sinal de Jejum dos sentidos e sobretudo do olhos.
O ponto alto do caminho quaresmal é a renovação das promessas batismais na Santa Vigília Pascal e a Celebração da Páscoa.
PROPOSTA  PARA  O  TEMPO  DA  QUARESMA
* Quarta-feira de Cinzas: Entrada da Cruz com o tecido roxo;
* Procurar dar destaque ao símbolo litúrgico de acordo com o Evangelho de cada domingo;
* Caminhada Catecumenal;
* Caminhada de Conversão;
* Preparar o ambiente da Celebração dentro de certa sobriedade;
*Durante a Quaresma o ato Penitencial deverá receber um maior destaque, como anúncio de misericordia de Deus e de apelo à conversão.


Resumo da Formação Litúrgica dada no dia 20 de fev 2011
Por Pe Elison Silva

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

I TRIDUO CATEQUÉTICO PAROQUIAL - 2011

A paz de Cristo e o amor de Maria!
Olá irmãos e irmãs em Cristo.

Quero aproveitar este espaço, antes do assunto a ser postado,  para pedir desculpas aos nossos paroquianos e amigos blogueiros. Por algum motivo que desconheço, a página do Blog não estava sendo devidamente atualizada. Problema  resolvido. Por isso esta postagem está saindo com quase uma semana de atraso. Mil desculpas, irmãos e irmãs em Cristio.
Estamos de volta!!
Pascom Paroquial

"Você também pode ser LUZ do mundo e SAL da terra."

A Paróquia realizou nos dias 09,10 e 11/02  o  1º Tríduo Catequético. Organizado por Pe Elison Silva e a Coordenação Paroquial de catequese. Tendo como objetivo apronfundamento dos catequistas na caminhada catequética.
Contamos com a visita  do Psicólogo Givaldo Pinheiro - Paróquia de Santo Antônio no bairro de Bebedouro, que dirigiu dois dias do Tríduo com os seguintes temas: Psicologia das Idades e Metodologia Catequética. Nosso sincero OBRIGADO!
Segue fotos  de alguns momentos dos Encontros.
E quero partilhar aqui um texto conhecido de muitos, que foi feito uma releitura por Givaldo Pinheiro.
MENSAGEM - ALGO  MAIS
Uma vida cheia de realizações exige de nós "algo mais". Quem gosta de si mesmo, fortalece seus objetivos, procurando colocar em dia seus sonhos, fazendo "algo mais". Na vida, o sucesso e a felicidade não ocorrem por acaso, depende de nossa atitude diante da realidade, depende de "algo mais". A persistência e a paciência fazem a diferença e esta diferença é verdadeiramente "algo mais". Portanto, é preciso fazer "algo mais" para melhorar a convivência, "algo mais" em prol do seu bem estar físico e psicológico, "algo mais" em favor do meio ambiente, "algo mais" pela ética e pela justiça. E VOCÊ catequista, você que é educador da fé, confie em si mesmo, dedique-se, estude, reze, trabalhe, não seja apenas mais um catequista, seja um CATEQUISTA que faz "algo mais" pelo Reino de Deus. Não fique contente em fazer somente o necessário, o suficiente, faça "algo mais", pois uma grande vitória depende de quem faz ALGO MAIS.



quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Instituto Bíblico-Catequético Arquidiocesano

A paz de Cristo e o amor de Maria!
Olá irmãos e irmãs em Cristo.

Aula Inagural - I turma do Instituto Bíblico-Catequético da Arquidiocese de Maceió


Neste sábado, 05/02/2011, no auditório do Seminário Provincial começaram as aulas do Instituto de Formação Arquidiocesano Bíblico - Catequético. Ao todo compareceram 95 alunos e a aula inaugural contou com a presença de Cliane Silva, membro da Coordenação de Catequese da Diocese de Palmeira dos Índios.
PROFESSORESINTRODUÇÃO À CATEQUESE - Prof. Pe. Márcio RobertoBÍBLIA I - ANTIGO  TESTAMENTO - Prof.  Pe. Elison SilvaCATECISMO DA IGREJA CATÓLICA - Prof. Pe. Márcio RobertoANTROPOLOGIA CRISTÃ - Prof. Lavoisier


D I S C I P L I N A S

1º SEMESTRE 
Introdução à Catequese - 10h /a
Catecismo da Igreja Católica - 10h /a
Bíblia I - Antigo Testamento - 20h /a
Antropologia Cristã - 10h /a

2º SEMESTRE 
Pedagogia Catequética - 10h /a
História da Catequese - 10h /a
Bíblia II - Novo Testamento - 20h /a
Teologia da Trindade - 10h /a

3º SEMESTRE
Pedagogia Catequética - 10h /a
Liturgia e Catequese - 10h /a
Psicopedagogia - 10h /a
Cristologia - 10h /a
Pneumatologia - 10h /a

4º SEMESTRE
Catequese e Sacramentos - 10h /a
Dimensão Ética da Catequese - 10h /a
Eclesiologia - 10h /a
Mariologia - 10h /a
Ecumenismo e Diálogo inter-religioso - 10h /a


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Dia 03 de fevereiro - São BRÁS

A paz de Cristo e o amor de Maria!
Olá irmãos e irmãs em Cristo.


A Igreja Celebra a memória desse grande santo e em honra celebra uma Santa Missa tendo ao término da celebração a Bênção da Garganta.


São Brás


São Brás
O santo de hoje nasceu na cidade de Sebaste, Armênia, no final do século III. São Brás, primeiramente, foi médico, mas entrou numa crise, não profissional, pois era bom médico e prestava um ótimo serviço à sociedade. Mas nenhuma profissão, por melhor que seja, consegue ocupar aquele lugar que é somente de Deus. Então, providencialmente, porque ele ia se abrindo e buscando a Deus, foi evangelizado. Não se sabe se já era batizado ou pediu a graça do Santo Batismo, mas a sua vida sofreu uma guinada. Esta mudança não foi somente no âmbito da religião, sua busca por Nosso Senhor Jesus Cristo estava ligada ao seu profissional e muitas pessoas começaram a ser evangelizadas através da busca de santidade daquele médico.


Numa outra etapa de sua vida, ele discerniu que precisava se retirar. Para ele, o retiro era permanecer no Monte Argeu, na penitência, na oração, na intercessão para que muitos encontrassem a verdadeira felicidade como ele a encontrou em Cristo e na Igreja. Mas, na verdade, o Senhor o estava preparando, porque, ao falecer o bispo de Sebaste, o povo, conhecendo a fama do santo eremita, foi buscá-lo para ser pastor. Ele, que vivia naquela constante renúncia, aceitou ser ordenado padre e depois bispo; não por gosto dele, mas por obediência.


Sucessor dos apóstolos e fiel à Igreja, era um homem corajoso, de oração e pastor das almas, pois cuidava dos fiéis na sua totalidade. Evangelizava com o seu testemunho.


São Brás viveu num tempo em que a Igreja foi duramente perseguida pelo imperador do Oriente, Licínio, que era cunhado do imperador do Ocidente, Constantino. Por motivos políticos e por ódio, Licínio começou a perseguir os cristãos, porque sabia que Constantino era a favor do Cristianismo. O prefeito de Sebaste, dentro deste contexto e querendo agradar ao imperador, por saber da fama de santidade do bispo São Brás, enviou os soldados para o Monte Argeu, lugar que esse grande santo fez sua casa episcopal. Dali, ele governava a Igreja, embora não ficasse apenas naquele local.


São Brás foi preso e sofreu muitas chantagens para que renunciasse à fé. Mas por amor a Cristo e à Igreja, preferiu renunciar à própria vida. Em 316, foi degolado.


Conta a história que, ao se dirigir para o martírio, uma mãe apresentou-lhe uma criança de colo que estava morrendo engasgada por causa de uma espinha de peixe na garganta. Ele parou, olhou para o céu, orou e Nosso Senhor curou aquela criança.


Peçamos a intercessão do santo de hoje para que a nossa mente, a nossa garganta, o nosso coração, nossa vocação e a nossa profissão possam comunicar esse Deus, que é amor.


São Brás, rogai por nós!

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...